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Minha história com a música

Essa é a primeira postagem do meu Blog!

A grande paíxão da minha vida é criar!
E nesse momento ela está dividida em dois trabalhos: Literatura e Música. Na literatura já venho trabalhando profissionalmente há alguns anos. O primeiro volume da minha série de livros, Os Guerreiros do Universo, foi publicado em meados de 2013 pela Editora Novo Século. Quem quiser conhecer esse trabalho agora, pode acessar a Fan Page aqui. Porque hoje falarei sobre a música.

A música é algo pelo qual tenho muito amor de verdade. Ela sempre esteve presente em minha vida de forma especial. Escrever letras e criar a melodias de composições é algo muito gratificante para mim. E mais do que isso, dar vida a uma canção é ter o privilégio de tocar os sentimentos das pessoas e engrandecê-las de alguma forma, seja com diversão, entusiasmo ou outra emoção!
Lá vai uma história então, até chegar o presente momento.
A muito, muito tempo atrás…
 
Quando criança, uma coisa que gostava muito de fazer era colocar os discos de vinil de meus pais na vitrola, e ficar ouvindo as músicas durante vários minutos ou horas. Ouvia repetidamente as que mais gostava, sendo uma dessas a “Baby I love your way” de Peter Frampton, além da “Rock and Roll Lulaby” de Barry Mann/Cynthia Weil – cantada por B. J. Thomas.
 
Pelo que me lembro, o meu primeiro instrumento musical foi uma flauta doce, que comprei na escola nos primeiros anos do ensino fundamental. Mas acabou sendo somente uma curta diversão na época de criança. Tocava “Noite feliz”. Mas hoje, toco-a melhor no piano.
 
Depois foi uma época muito legal. No começo dos anos 90, tínhamos um rádio que reproduzia e gravava fitas K7, tanto das estações quanto nossa própria voz! E isso era algo muito legal para crianças daquela época. Eu, minha irmã, primos e amigos, gravávamos nossa voz, lógico que com brincadeiras infantis. Eu, em particular, gostava muito de gravar as músicas Top do momento para ouvi-las depois, e também cantar junto.
 
Já na adolescência, especialmente na época em que trabalhava numa metalúrgica, tornei-me fã de um tipo espetacular de música: O Rock! Tanto com o pessoal do trabalho quanto com os amigos, a influência do Rock só aumentava em minha vida. Alguns dos primeiros CDs de Rock que comprei foram das bandas Red Hot Chili Peppers, Bon Jovi e Guns N’Roses.
 
O tempo foi passando e, logo, fui aumentando meu repertório de gostos musicais com artistas internacionais como Europe, U2, Ramones, Queen, Bon Jovi, Elvis Presley, Cindy Lauper e tantos outros; e nacionais como Legião Urbana, Kid Abelha, Roupa Nova, Capital Incial, Detonautas, Raimundos e mais outros. Enfim, se eu fosse colocar uma lista de tudo que gosto, esse post ficaria “gigantesco”… hehehe.
 
Cantar era algo que realmente gostava, e hoje mais ainda. Mas chegou certo momento em que eu queria aprender tocar um instrumento. Comprei um violão (tenho-o até hoje e ainda uso-o para ajudar em minhas composições) e comecei tentar tocá-lo sozinho. Não saiu muita coisa. Aos poucos consegui tocar algumas músicas mais fáceis. Depois comprei uma guitarra e comecei a fazer aulas. Também não fui muito longe com esse instrumento. Então, comecei novos estudos e atividades, emprego novo, e acabei deixando a música “meio” de lado, pois o som rolava direto nos tocas cds, eventos e pensamentos, enquanto eu cantava junto.
 
Foi então que, no final da década passada, decidi iniciar um projeto de carreira musical. Dedicar-me de vez ao canto e a música. Com isso, entrei para aulas de canto coral e dois anos mais tarde iniciei minhas aulas de piano.
 
Nessa época entrei para uma banda de Rock que precisava de um vocalista. Mas durou praticamente até pouco depois de nossa apresentação na festa de Halloween. Depois saí da banda. Foi minha primeira experiência, que tenho boas recordações. Logo, o baterista dessa banda e eu (vocalista) fundamos uma nova. Convidamos amigos para integrar o grupo e logo a banda ficou completa. Nossa primeira apresentação foi no mesmo Halloween do ano seguinte. Essa foi minha última banda, que durou pouco mais de dois anos com mudanças de integrantes. Tenho ótimas recordações dela, pois foi uma experiência que está guardada no coração.
 
Também nesse período, fui integrante (tenor) de corais aqui de minha cidade. Foi uma experiência muito enriquecedora cantar em grupo e conhecer vários tipos de vozes. Cada voz é algo muito particular e especial. Com o último grupo, participamos de um concurso estadual, algo que exigiu superações e proporcionou melhorias nas vozes dos integrantes. Recentemente saí deste, pois decidi seguir novamente o caminho “Rock Band”, se é que vocês me entendem. É o que realmente sempre sonhei.
 
Muitas amizades foram feitas nessa caminhada musical que trilhei até aqui. E isso é algo muito valioso para mim. Nós sempre aprendemos um pouco com cada pessoa que cruza o caminho de nossa vida, independente de quem seja.
 
Ainda durante essa época, comecei a ouvir algo de música clássica, erudita, lírica e outros tipos relacionados, como Mozart, Beethoven, Vivaldi, Bach, Era, Carmina Burana e etc. Essas são geralmente representadas por orquestras e corais, ou tocadas ao piano.
 
O piano continuo até hoje. É um instrumento muito bonito de se ouvir tocar e que me identifiquei. Estou apenas no começo, e aos poucos vou melhorando. Quanto ao canto, continuo por aqui, por conta própria, pois é o que mais amo. A intuição ajuda muito. Além disso, pretendo voltar a fazer aulas (porém focado somente em banda) para aperfeiçoá-lo.
 
Aprendi muitas coisas e tenho muito mais a aprender ainda. E durante todo esse período criei várias composições. Tenho um trabalho praticamente pronto para montar uma banda e gravar um álbum. Se alguém aí tiver interesse em conhecer a proposta desse trabalho acesse minha página no facebook aqui e clique em “Sobre”. Para quaisquer informações extras, dúvidas, ou interesse em participar do projeto, sinta-se à vontade para enviar uma mensagem a mim por lá mesmo.
 
Pessoal, creio que consegui resumir minha ligação e experiência com a música, desde criança até hoje, com esse primeiro post. Sintam-se à vontade para deixar seus comentários e compartilhar em suas redes sociais. Ficarei muito feliz com isso, pois, de certa fora, estarão colaborando para a divulgação de meu trabalho. E isso é muito importante para mim, porque estarei mais abastecido, incentivado e entusiasmado para continuar criando sempre mais e melhores composições para vocês todos, e dar um pontapé inicial de uma vez por todas em minha carreira musical.
 
Obrigado por sua atenção, colaboração e audiência! Nos vemos em breve nas próximas postagens!

 

Mecatrônico por formação e escritor por vocação, leitor de livros, aprendiz de piano, compositor, ex-vocalista de banda de Rock (um dia eu volto), faixa preta 1° dan de Kung Fu e fã de desenhos, filmes e séries de ficção, fantasia e daquelas pessoas/criaturas com superpoderes… ah, e não esqueça-se dos robôs.

  • Parabéns Anderson!!! Continue sempre assim acreditando em seus sonhos e pensamentos positivos. Tenha foco no que é promissor e siga em frente!!! Você já é um vencedor!!! Um grande abraço de seu amigo Carlão!

    • Obrigado Carlão, amigão!!! Fico muito feliz por essas palavras. Vou seguir essa estrada com fé!!! Um super abraço!

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